Filhos: ”Amar também é dizer não”

Mãe abraça e beija filho
Amar é educar

 

A criança se joga no chão da loja de brinquedos, chora, grita, esperneia, até conseguir o que deseja. Se você tem filhos, já deve ter passado por algumas situações como essa, se não é, com certeza já presenciou alguma cena dessas, e pensou “meu filho não vai fazer isso”, mas essa é uma tarefa muito difícil para os pais. Esta passando por situações como essa em público, brigas, ou queixas da escola sobre a falta de disciplina do seu filho?! Seu filho precisa de limites, mas como conseguir?

Colocar limites é disciplinar e ensinar o comportamento adequado a criança. Atualmente, tanto o pai quanto a mãe, trabalham fora, e assim passam menos tempo com a criança, e acabam sentindo-se culpados com a sua ausência, e a maioria das vezes tentam compensar seus filhos, evitando a palavra “não”, cedendo as vontades da criança, mas essa simples atitude, faz com a que as crianças não conheçam os limites e os pais, vão perdendo autoridade. Assim, vocês pais, não estão fazendo bem aos seus filhos, pois o limite é essencial para formação da criança, principalmente no contexto social, pois vivemos numa sociedade repleta de regras.

Cada idade, temos formas de dar limites aos nossos filhos, mas seguem algumas dicas básicas de como ter êxito nessa tarefa tão complicada. A primeira, é ter regras dentro casa, elas são muito importantes, mas lembre-se: elas precisam ser seguidas. Assim, na escola ou na casa dos avós, ou qualquer convívio social a criança vai continuar sabendo que elas existem. Você precisa preparar seu filho, que na vida ele vai ouvir muitos “não” e terá grandes problemas se não respeitar as regras.

A segunda, é o diálogo, o qual é muito importante, pois ajuda que a criança entenda a situação. Então, espere ele se acalmar e converse com seu filho olhando nos olhos. Seja claro com o que está pedindo a ele. Sem agressões físicas ou verbais. Sim pais, exige muita paciência, pois talvez na primeira conversa ele não vai compreender o que esta pedindo.

A terceira, entenda também o que seu filho está sentindo, se ele não souber nomear, ajude-o, pois é muito importante a criança conhecer suas emoções e expor sua opinião (sim, um diálogo, não é um monólogo, escute seu filho). Outro ponto importante, dependendo a faixa etária da criança, é explicar de uma forma objetiva, as consequências das atitudes inadequadas, tente usar situações que ele compreenda, pois se não, ele não vai assimilar.

Lembrando, que essas dicas, não substituem a ajuda clínica de um profissional qualificado para ajudá-los, ainda mais se a situação esta fugindo do controle, mas ajuda a aliviar o estresse e tentar se relacionar com seu filho da forma mais saudável. Lembre-se sempre, limites também é uma forma de amor.

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